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Justiça Militar de São Paulo recebe opiniões da sociedade sobre metas do Poder Judiciário

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segunda-feira, 4 de julho de 2022

Cidadãs e cidadãos têm até o dia 18 de julho para opinar sobre as metas do Poder Judiciário por meio de uma consulta pública disponível na página do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) na internet.

A consulta é aberta à sociedade, com foco especialmente em magistradas e magistrados de primeiro e segundo graus, servidoras e servidores e demais integrantes do sistema judiciário e de entidades de classe relacionadas à Justiça. O objetivo é garantir a gestão participativa e democrática na construção de metas do Poder Judiciário.

Os participantes da consulta pública poderão opinar sobre seis metas nacionais do Poder Judiciário e duas metas específicas da Justiça Militar Estadual, avaliando se tais objetivos contribuem para o cumprimento da missão do órgão, que é realizar a justiça no âmbito de sua competência. A consulta também verifica se as metas estão relacionadas aos valores do tribunal paulista: acessibilidade, agilidade, credibilidade, eficiência, ética, imparcialidade, inovação, integridade, segurança jurídica, responsabilização, sustentabilidade e transparência.

Entre as metas avaliadas estão as que visam a garantir produtividade e celeridade no TJMSP, estabelecendo prazo para o julgamento de processos tanto no 1º como no 2º grau. A consulta vai coletar, ainda, a opinião da sociedade sobre a eficácia de ações de inovação e sua contribuição para o cumprimento da missão do órgão, bem como sobre as ações do Programa Justiça 4.0, que busca impulsionar a transformação digital no Poder Judiciário para garantir serviços mais rápidos, eficazes e acessíveis.

O TJMSP também irá verificar se, na opinião do público, o julgamento ágil de ações penais relacionadas a crimes contra a administração pública contribui para reduzir a corrupção e o suborno.

Os dados obtidos na consulta pública servirão de base para que o tribunal contribua com sugestões para a composição das metas nacionais do Poder Judiciário, que serão traçadas no 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no final do ano.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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