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Trajetórias de valor: Confira a 12ª entrevista da série!

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sexta-feira, 19 de julho de 2024

Ricardo Kanashiro ingressou no Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) em 2012, após ser aprovado na prova prática do concurso para atuar com Tecnologia da Informação – área na qual permanece até hoje. Embora já trabalhasse como contratado na prefeitura de sua cidade, Suzano (SP), não tinha estabilidade no cargo, por isso decidiu prestar concursos públicos. À época, foi selecionado para uma das quatro vagas abertas da DTI.

Ele conta que o primeiro desafio foi a distância percorrida até o Tribunal, pois estava acostumado a trabalhar mais perto de sua residência. “Foi uma grande mudança, principalmente para quem podia voltar para casa para almoçar. Mas, como venho de trem, uso esse tempo para estudar, me atualizar e, claro, colocar o entretenimento em dia”, relata o servidor. 

Em sua visão, a parte mais gratificante das funções exercidas é poder colaborar com a otimização do trabalho de todos no TJMSP, desde estagiários até magistrados, proporcionando um suporte eficiente e rápido. Ricardo tem graduação em Desenvolvimento de Sistemas e pôde criar alguns programas que são utilizados nesta Corte, como o controle de estoque e patrimônio, monitoramento de servidores e agenda presidencial.

Uma das demandas em que contribuiu se tornou, inclusive, importante fonte de inspiração. Após desenvolver o sistema de agendamento das sessões de quick massage, teve contato direto com os benefícios da prática e decidiu se aprofundar com cursos especializados. Habilitado, começou a atender no Parque Municipal de Suzano. A pandemia suspendeu essas atividades, mas ele aproveitou para expandir seus conhecimentos em diferentes técnicas, incluindo a Sei tai & New Seitai, que utiliza martelos em movimentos de massoterapia.

Ricardo garante sentir-se gratificado em ajudar as pessoas, seja no TJMSP ou como massoterapeuta, atividade que continua exercendo nos finais de semana, proporcionando alívio e relaxamento a quem precisa.

Ricardo Kanashiro

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Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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