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Órgãos do segmento apresentam protótipo do Banco Nacional de Sentenças das Justiças Militares

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Categoria: Inovação

Uma iniciativa inovadora promete revolucionar o acesso às decisões judiciais da Justiça Militar no Brasil: o Banco Nacional de Sentenças. Unindo esforços do Superior Tribunal Militar (STM) e dos Tribunais de Justiça Militar de São Paulo (TJMSP), Minas Gerais (TJMMG) e Rio Grande do Sul (TJMRS), o projeto será a primeira plataforma nacional a integrar e disponibilizar, de forma gratuita, decisões de primeiro grau em processos cíveis e criminais do segmento, com a garantia de sigilo nos casos necessários.

Em reunião híbrida realizada na última sexta-feira (13/12), magistrados(as) e representantes desses tribunais analisaram o protótipo funcional do sistema desenvolvido pelos laboratórios de inovação dos órgãos e discutiram melhorias para garantir sua eficácia. A colaboração demonstra o comprometimento da Justiça Militar com a transparência e a inovação, em alinhamento com as metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O projeto nasceu em abril deste ano como resposta à Meta Nacional 9 do CNJ, que incentiva soluções inovadoras para modernizar o Judiciário, e à Meta Específica 2, focada na divulgação das atividades da Justiça Militar. Além de ser um marco no compartilhamento de informações jurídicas, o Banco de Sentenças se destaca por sua tecnologia: ele integrará dois sistemas processuais distintos, o e-proc e o PJe, com a possibilidade do uso de inteligência artificial para alimentar e organizar os dados automaticamente, sem gerar custos adicionais para as Cortes.

Mais do que um avanço tecnológico, o projeto reflete o espírito de cooperação que marca a Justiça Militar. Ao reunir conhecimento, recursos e experiências, os tribunais envolvidos fortalecem o acesso democrático à informação e oferecem uma ferramenta que beneficiará magistrados(as), advogados(as), acadêmicos(as) e toda a sociedade.

Com lançamento previsto para 2025, o Banco Nacional de Sentenças reafirma o compromisso da Justiça Militar com a modernização e a transparência, contribuindo com um Judiciário mais acessível e conectado às necessidades do cidadão.

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Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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